
Após uma fiscalização do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), a Prefeitura de Condado anulou a aquisição de “dez mil cartilhas educativas de 24 páginas para o enfrentamento do coronavírus”, pelo custo total de R$ 180 mil.
O valor foi pago pela Prefeitura de forma adiantada à empresa contratada.
A procuradora geral do MPCO, Germana Laureano, requisitou explicações da gestão de Condado, na Mata Norte do Estado, após tomar conhecimento da compra emergencial sem licitação que deu como justificativa a emergência no combate à Covid-19.
- Prefeito de Glória do Goitá é multado por não enviar informações ao MPC-PE
- Feira Multicultural da Economia Solidária celebra cultura, sustentabilidade e empreendedorismo da melhor idade em Gravatá
- Homem é preso com arma, munições e crack durante operação policial em Ponta de Pedras
- Polícia apreende arma, drogas e material tático durante ação contra tráfico em Atapuz, distrito de Goiana
- O vereador Luiz Apolinário Neto se torna o vereador de Timbaúba e da Mata Norte que mais trouxe recursos para a cidade de Timbaúba
Para o MPCO, não havia justificativa para uma cartilha em papel sobre o assunto, sendo que os meios de comunicação e a internet já estão divulgando a pandemia.
Após o questionamento do MPCO, a Prefeitura de Condado anulou a compra, alegando “vícios no procedimento”. A compra tinha sido paga sem parecer do jurídico da Prefeitura.
A Prefeitura enviou um ofício para a empresa, na sexta-feira (22), solicitando a devolução dos recursos em sete dias. A assessoria do MPCO ainda não foi informada da efetiva devolução dos recursos, mas o órgão vai acompanhar o caso.
Diário de Pernambuco



