
Fernando José Miguel de Santana, de 31 anos, conhecido popularmente como Feu o Japinha, é o idealizador da Feu Fut. Pai de dois filhos, João Miguel e Maria Clara, Feu resgata uma história que começou há mais de uma década nas quadras de Paudalho.
Antes da criação da Feu Fut, Feu já tinha uma história ligada às peladas de futebol na cidade. Em meados de 2012, ele organizava partidas nas quadras, quando o grupo era conhecido como MGB.
Atualmente, Feu afirma que não é muito ligado ao futebol, mas admite que isso pode mudar a qualquer momento: “De momento, não curto futebol, mas, a qualquer momento, posso estar torcendo por algum time, kkk”. Mesmo sem acompanhar o esporte de forma assídua, ele continua valorizando a convivência, a resenha e os momentos ao lado das pessoas.
Feu, também vem chamando atenção dentro das quatro linhas, mas não necessariamente pelos gols.

Durante as partidas no Society Beira Rio, Feu costuma entrar em campo usando sapato social em vez de chuteira, situação que já virou motivo de muita resenha entre os jogadores e rende gargalhadas nas arquibancadas.
Enquanto a maioria dos peladeiros aparece devidamente equipada com chuteiras, Feu chega no estilo “executivo da bola”: sapato social no pé e confiança lá em cima!
A cena já virou uma das marcas da Feu Fut e mostra o clima descontraído que o projeto busca proporcionar aos participantes.
Entre uma jogada e outra, a resenha é garantida, e quando Feu entra em campo de sapato social, a torcida já sabe que vem espetáculo.

Agora, essa tradição também ganha um novo significado: proporcionar momentos de diversão e convivência para seus filhos, que podem acompanhar as partidas, brincar e aproveitar o ambiente familiar do Society Beira Rio.
Anos depois, essa tradição ganha uma nova fase com a criação da Feu Fut, realizada no Society Beira Rio, reunindo jogadores de diferentes bairros de Paudalho para partidas, confraternização e muita resenha.
A iniciativa funciona de maneira colaborativa e sem fins lucrativos. Cada jogador contribui com R$ 5 por domingo, mas os goleiros são isentos da contribuição. O valor arrecadado é utilizado para manter a estrutura das partidas e oferecer benefícios aos participantes.

Os recursos arrecadados são destinados ao pagamento do árbitro, à compra e manutenção de bolas e à aquisição de coletes, além da disponibilização de água gelada, frutas e picolés após os jogos.
Como a Feu Fut foi lançada recentemente, os peladeiros terão um período para acompanhar o desempenho dos goleiros antes da escolha dos melhores. No dia 27 de setembro, os participantes escolherão os três melhores goleiros entre os seis que integram a pelada.
O goleiro que ficar em primeiro lugar receberá um prêmio em dinheiro via Pix e um par de luvas. Os demais goleiros escolhidos, que ocuparem o segundo e o terceiro lugares, receberão um par de luvas cada.
A organização acontece por meio de um grupo oficial no WhatsApp, onde são divulgadas as regras, as informações das partidas, as confirmações de presença e os demais comunicados. O grupo já conta com 40 membros, com limite máximo de 50 participantes.
Para garantir o compromisso dos jogadores, existe também uma regra de frequência: quem faltar três domingos consecutivos poderá perder a vaga, que será disponibilizada para outro participante.
A trajetória que começou nas quadras da cidade, com o nome MGB, por volta de 2012, ganha agora uma nova identidade: Feu Fut, um espaço para jogar, confraternizar, levar os filhos para se divertir e manter viva uma história que começou ainda na juventude de Feu.
De MGB para Feu Fut: uma história que começou nas quadras e continua na resenha, dentro de campo e nos momentos de diversão em família. ⚽🔥


