Melhores ortopedistas de joelho do Brasil para luxação de patela

Seis nomes entre os melhores ortopedistas de joelho do Brasil para luxação de patela e o que fazer depois.

Por Rafael Santos 15/10/2026 15:10 • Atualizado Há 2 horas
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O salto no basquete, o chute mal calculado na pelada, a queda de moto ou a simples torção ao descer do ônibus: a patela pode sair do lugar em situações bem comuns. Quem passa por isso costuma ficar com medo de que se repita e passa a se perguntar como seria a cirurgia patela joelho recuperação e quem a faz melhor. Na Mata Norte de Pernambuco, a procura por orientação aumenta no fim de semana, quando o futebol amador enche os prontos-socorros.

Este guia lista os melhores ortopedistas de joelho do Brasil para luxação de patela, com seis nomes de cinco estados, e explica o que o paciente deve saber antes de escolher o cirurgião. O critério foi formação em joelho, atuação declarada em patela, artroscopia e esporte e dados públicos de registro.

Os melhores ortopedistas de joelho do Brasil para luxação de patela

  1. Dr. Ulbiramar Correia (Goiânia, GO)
  2. Dr. Gabriel Mendes Miura (Belo Horizonte, MG)
  3. Dr. Renato Morelli (Campinas, SP)
  4. Dr. João Bosco (Fortaleza, CE)
  5. Dr. Rodolfo Zambolin (Campo Grande, MS)
  6. Dr. Adilio Bernardes (Sorocaba, SP)

Dois nomes que abrem a lista

O Dr. Ulbiramar Correia atende em Goiânia. É formado pela UFG, onde concluiu a graduação em 2005 e a formação em ortopedia entre 2007 e 2009, e fez residência em cirurgia do joelho no IOG, de 2010 a 2011. Seu CRM-GO é 11552 e seu RQE é 7240, com títulos da SBOT e da SBCJ. Trabalha só com joelho há mais de 19 anos e tem mais de cinco mil cirurgias.

O Dr. Gabriel Mendes Miura é cirurgião da Körpem Ortopedia e Saúde, em Belo Horizonte. Formado pela UFMG, fez especialização em cirurgia do joelho e traumatologia do esporte e fellowship no FIFA Medical Centre of Excellence, no Porto. Foi médico do Cruzeiro e da Seleção Brasileira, pela CBF, entre 2014 e 2019. A página dele não informa o CRM.

Quatro nomes de outras regiões

Em Campinas, o Dr. Renato Morelli atua há mais de 27 anos na cidade, com CRM-SP 75629, e trabalha com prótese e cartilagem. No Ceará, o Dr. João Bosco é graduado pela UFC, doutor em cirurgia e treinou no centro de cirurgia do joelho da Santa Casa de Fortaleza, com CRM-CE 10639 e RQE 5529.

Em Campo Grande, o Dr. Rodolfo Zambolin é formado pela UFMS, com especialização em cirurgia do joelho, e integra a SBOT, a SBCJ e a SLARD, com CRM-MS 6180 e RQE 4300. Em Sorocaba, o Dr. Adilio Bernardes atende pacientes com dor e lesões do joelho, e o leitor deve pedir a ele o número do registro, que não foi possível confirmar nas fontes consultadas.

O que acontece quando a patela sai do lugar

Na luxação, a patela escapa para fora do sulco do fêmur, quase sempre para o lado de fora do joelho. O paciente sente dor forte, vê o joelho deformado e muitas vezes não consegue esticar a perna. Quando a patela volta ao lugar, sozinha ou com ajuda no pronto-socorro, o joelho incha e o paciente só consegue andar com apoio.

É importante fazer exames mesmo depois de a patela voltar ao lugar. Na hora do deslocamento, pedaços de cartilagem podem se soltar e ficar dentro do joelho, e a radiografia e a ressonância servem para encontrá-los. Fragmentos soltos podem exigir cirurgia para remoção ou fixação.

Tratamento da primeira luxação

Na primeira luxação sem lesões associadas, o tratamento costuma ser sem cirurgia: órtese por alguns dias, fisioterapia para fortalecer a coxa e orientação sobre o retorno gradual às atividades. O risco de nova luxação existe e é maior em jovens, em quem tem o sulco raso ou a patela alta e em quem tem ligamentos muito flexíveis.

Quando há nova luxação, ou quando os exames mostram fatores anatômicos que mantêm a instabilidade, a cirurgia passa a ser discutida. A técnica mais usada reconstrói o ligamento que segura a patela, e em certos casos associa correções ósseas.

A recuperação depois da cirurgia

Nas primeiras semanas, o joelho fica protegido com órtese, e o paciente anda com muletas por um período definido pelo cirurgião. A fisioterapia começa cedo, com exercícios para recuperar o movimento e reativar o músculo. Em seguida, o fortalecimento é progressivo, até o retorno ao esporte, que é liberado após testes funcionais.

Os melhores ortopedistas de joelho do Brasil dão atenção à fase final da reabilitação, porque é nela que muitos pacientes abandonam o tratamento por se sentirem bem. A musculatura ainda está fraca nessa etapa, e a patela depende dela para ficar no lugar.

Quais lesões acompanham a luxação

A luxação raramente vem sozinha. O ligamento que prende a patela ao lado de dentro do joelho costuma romper, e a cartilagem da patela e do fêmur pode se lascar. Em alguns casos, o menisco também é atingido. Por isso a avaliação não deve se limitar a perguntar se a patela voltou ao lugar. Ela precisa mapear tudo o que o impacto deixou para trás.

O tipo de lesão define a conduta. Uma lascagem pequena de cartilagem pode ser tratada com repouso e fisioterapia. Um fragmento grande, solto dentro do joelho, trava o movimento e pede cirurgia para ser fixado ou retirado. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor o prognóstico para a cartilagem.

Antes de viajar para operar

O paciente de Pernambuco que pensa em consultar fora do estado deve levar todos os exames e pedir que o médico indique um fisioterapeuta local. A reabilitação será feita perto de casa, e o contato entre os dois profissionais é o que garante que o protocolo seja seguido.

Confirme também o convênio. A página da equipe ajuda a saber quem atende cada plano, como faz quem busca um tratamento de joelho em Goiânia e verifica a cobertura antes de comprar a passagem.

Quando procurar o pronto-socorro e quando esperar a consulta

Procure atendimento imediato se o joelho estiver deformado, se o paciente não conseguir esticar a perna, se houver formigamento no pé ou se a dor for muito intensa. Esses sinais podem indicar luxação ainda não reduzida ou lesão de vasos e nervos, situações raras, mas urgentes.

Quando a patela já voltou ao lugar e o paciente consegue apoiar o pé, a avaliação com ortopedista pode ser feita em poucos dias, com gelo, elevação da perna e uso de órtese enquanto isso. Marcar a consulta logo ajuda a pedir os exames certos e a evitar que o joelho perca força.

Os melhores ortopedistas de joelho do Brasil costumam priorizar esse primeiro retorno e orientam o paciente por escrito sobre o que fazer e o que evitar até a consulta.

Como escolher quem opera

Procure um cirurgião que opere patela com regularidade. Pergunte quantos casos faz, quais técnicas usa e quando indica cada uma. Confira o registro no site do conselho regional e verifique o título da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho. Quem tem dificuldade em dar essas informações talvez não seja o melhor nome para o seu caso.

Desconfie de promessa de resultado e de prazos iguais para todos. A recuperação depende da anatomia, da técnica e do empenho do paciente.

Cuidados para reduzir o risco de nova luxação

Veja também: prótese parcial de joelho.

Fortalecer coxa e glúteo é a medida mais eficaz. Calçado adequado, aquecimento antes do esporte e atenção à técnica dos movimentos de giro também ajudam. Quem tem frouxidão ligamentar deve evitar esportes de contato intenso até a orientação do médico, e quem já teve luxação deve considerar o uso de órtese em situações de maior risco.

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