PREPARE O BOLSO: UM NOVO AUMENTO DE IMPOSTOS CHEGARÁ EM BREVE!


tributos

Para sair do vermelho, Dilma vai ressuscitar mais impostos, Segunda a VEJA.

No encontro realizado em Washington, nos Estados Unidos, na terça-feira(18/02), o ministro da economia brasileiro, Joaquim Levy, evitou falar em recessão, mas admitiu uma retração no PIB. Garantiu a investidores estrangeiros e ao governo americano ter respaldo político do governo para seguir adiante com medidas de correção da economia.

O ministro também participou de um encontro com representantes do mercado em Nova York que reuniu cerca de 200 investidores e analistas, que aconteceu para acalmar o mercado. Joaquim Levy disse que o momento é de desfazer algumas medidas recentes que desequilibraram as contas públicas brasileiras, como corte de impostos realizados no primeiro mandato de Dilma que derrubaram a arrecadação. Para fazer o ajuste fiscal e recolocar o Brasil na rota do crescimento. Levy reafirmou a meta de superávit de 1,2% do PIB em 2015 e somado as projeções, o país poderá sofrer com dois anos do PIB em contração.

O ministro prometeu ter em sua gestão o maior diálogo possível com o mercado, além de transparência na política fiscal. Afirmou que o objetivo é criar um ambiente de confiança e que favoreça decisões de investimento.

A CONTA

O déficit (Dívida) fiscal do Brasil aumentou, se tornando um dos maiores do mundo, aumentando o risco de que o país possa perder sua classificação de grau de investimento por agências de rating.

Uma série de desonerações tributárias e gastos custaram ao governo federal 104 bilhões de reais em receita no ano passado (2014), ou cerca de 2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), disse o ministro.

MEDIDAS ADOTADAS

Levy já aumentou impostos e limitou os gastos públicos para cobrir o déficit orçamentário total, que inclui o custo do serviço da dívida e dobrou no ano passado para 6,7 por cento do PIB, um dos maiores entre as grandes economias, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Levy terá desafios relevantes para melhorar as contas públicas do Brasil. Um deles será convencer o Congresso Nacional a aprovar uma controversa série de mudanças nas regras de acesso a benefícios trabalhistas, como seguro-desemprego e abono salarial, com as quais o governo espera economizar cerca de 18 bilhões de reais por ano.

Fonte: Veja.comAdministradores.com , JornaldeBrasilia , O Povo, G1.com.br ,

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