Blog do Elielson ganha nova coluna assinada pela jornalista e escritora Alê Cavalcanti

“O que a vida diz” estreia nesta quarta-feira com crônicas sobre cotidiano, afetos, memórias e as histórias escondidas nas pequenas coisas da vida.

Por Rafael Santos 20/08/2026 12:23 • Atualizado Há 1 hora
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Conhecido especialmente pela cobertura dos bastidores da política pernambucana, o Blog do Elielson ganha, a partir desta quarta-feira (19), uma nova voz e um novo olhar. A jornalista e escritora Alê Cavalcanti estreia “O que a vida diz”, coluna semanal de crônicas publicada todas as quartas-feiras.

O novo espaço abre uma janela para as coisas da vida: relações, família, memória, afetos, alegrias, perdas, comportamento, humor e situações aparentemente banais que podem revelar muito sobre quem somos.

“Alê é uma jornalista experiente e uma escritora com uma sensibilidade muito própria para perceber histórias onde muita gente passaria sem notar. Sua chegada amplia o conteúdo do blog e oferece aos leitores um espaço voltado ao cotidiano e às questões humanas que são comuns a todos nós. Estou muito feliz em recebê-la”, afirma Elielson Lima, jornalista responsável pelo Blog do Elielson.

Para Alê, a coluna nasce justamente do exercício de prestar atenção. “Uma conversa ouvida por acaso, uma lembrança de infância, uma palavra engraçada, uma ausência, um encontro, uma alegria aparentemente pequena – tudo pode esconder uma história. Gosto de escrever sobre aquilo que nos acontece por fora, mas, principalmente, sobre o que essas coisas movimentam por dentro. Chego muito feliz e com a esperança de construir uma conversa bonita com os leitores”, diz.

O nome “O que a vida diz” traduz essa proposta: escutar o cotidiano, sobretudo aquilo que acontece entre os grandes acontecimentos e que a pressa quase sempre deixa passar. Cada crônica será encerrada com uma assinatura que sintetiza o espírito da coluna: “A vida me disse. Eu anotei.”

Jornalista por formação, Alê é autora de Letras Jardineiras – Trivialidades em verso e prosa, seu primeiro livro, marcado pela memória, pelos afetos e pelas relações humanas. Atualmente, trabalha em seu segundo livro, dedicado às crônicas, aprofundando esse olhar sobre o cotidiano e as pequenas e grandes contradições de estar vivo.

“A literatura ganha sentido para mim quando o leitor encontra alguma coisa da própria vida dentro do que escrevi. Posso começar contando uma história absolutamente minha e terminar descobrindo que ela também pertence a muita gente. Talvez seja esse um dos encantos da crônica: partir do particular e encontrar o outro do outro lado da página”, acrescenta.

“O que a vida diz” estreia com uma proposta simples: fazer uma pausa no ritmo acelerado das notícias para prestar atenção na vida enquanto ela acontece. Porque nem sempre a vida levanta a voz. Às vezes, ela fala baixinho.

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