
O ex-prefeito de Petrolina e presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, afirmou nesta sexta-feira (27) que não irá se intimidar diante da Operação Vassalos. Em declaração pública, ele classificou a ação como uma tentativa de descredibilizar sua trajetória política e apontou “viés político” na investigação, por ocorrer em ano eleitoral.
A operação apura um suposto esquema de desvios de emendas parlamentares e teve entre os alvos o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), além do próprio Miguel e do deputado federal Fernando Filho (União Brasil).
“Não vamos nos intimidar por quem quer manter Pernambuco no atraso. Vamos continuar trabalhando e lutando para trazer investimentos para o nosso estado”, declarou Miguel.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-prefeito destacou ações realizadas durante sua gestão em Petrolina, citando crescimento econômico, geração de empregos e investimentos. Segundo ele, o município se consolidou como referência nacional no agronegócio.
Miguel afirmou ainda que a operação seria “espalhafatosa” e questionou a consistência das medidas adotadas. De acordo com ele, a própria Procuradoria-Geral da República (PGR) teria se manifestado contra os pedidos formulados pela Polícia Federal.
Em nota conjunta, Miguel e Fernando Bezerra Coelho informaram que, conforme decisão do ministro Flávio Dino, parte dos fatos já teria sido analisada anteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com posterior arquivamento. O texto também reforça que a PGR se posicionou de forma contrária às medidas pleiteadas no âmbito da investigação.
A Operação Vassalos segue em andamento.





