Goiana: Idosa de 90 anos morre vítima de H1N1


A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou, nesta quarta-feira (20), a sétima morte de paciente com o vírus da influenza em Pernambuco, em 2018. O boletim epidemiológico divulgado pela SES abrange os casos registrados de janeiro de 2018 até o dia 9 de junho. A morte mais recentemente confirmada foi de uma idosa de 90 anos que morava em Goiana, no Grande Recife, e foi contaminada pelo vírus H3N2.

Além da idosa de 90 anos, Pernambuco havia confirmado, anteriormente, outro caso de morte de paciente com H3N2 e outros cinco com o vírus H1N1.

De acordo com a Secretaria de Saúde, a idosa deu entrada numa unidade de saúde do município, no dia 17 de abril, com sintomas da síndrome respiratória aguda grave (SRAG). A mulher faleceu três dias depois, no dia 21 do mesmo mês. O resultado laboratorial deu positivo para influenza A (H3N2).

Além da morte, até o dia 9 de junho, foram registrados 989 casos de SRAG em Pernambuco. Desses, 32 tiveram resultado laboratorial confirmado para o vírus H1N1, 17 para o H3N2, um para o vírus sincicial respiratório (VSR) e outro relacionado à parainfluenza 1. No mesmo período de 2017, foram 1.051 casos de SRAG, com 67 confirmações para H3N2, 25 de influenza B, três VSR e um parainfluenza1.

No dia 16 de maio, o estado havia confirmado outras três mortes associadas à influenza, sendo dois casos de H1N1 e outro, de H3N2. Um deles foi de um bebê com um mês de vida, que faleceu no dia 13 de abril, em Carpina, na Zona da Mata Norte.

O outro caso foi o de uma adolescente de 17 anos, que morreu no dia 18 de abril, em Camaragibe, no Grande Recife. A primeira pessoa a morrer com o vírus H3N2, em 2018, foi uma garota de nove anos, que faleceu em 24 de março, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana.

A terceira morte a ser confirmada foi a de um homem de 41 anos que morreu em Palmares, na Zona da Mata Sul, no dia 2 de abril, e teve resultado positivo para H1N1.

O segundo falecimento de paciente com H1N1 foi o de uma idosa de 74 anos que morreu em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. O primeiro óbito, confirmado no fim de abril, foi de um homem de 45 anos no bairro dos Coelhos, no Recife.

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